Assisti atentamente ao julgamento do processo de cassação do Governador Jackson Lago. Os ministros valeram-se de argumentos técnicos para declararem seus votos, cuja tecnicidade não tenho competência para me pronunciar a respeito.
Mas o ministro Carlos Ayres Brito, que votou por último, fez uso de notícias de um jornal – talvez O Estado do Maranhão - e um artigo da Folha de São Paulo, como se fossem guardiões da probidade e detentores da verdade absoluta para fundamentar seu voto. Folha de São Paulo e O Estado do Maranhão ou congêneres, todo cidadão que tem um pouco de massa crítica na cabeça sabe que pertence ao grande PIG (Partido da Imprensa Golpista) que ganha ressonância até no judiciário.
Achei legal quando disse que na visão da segunda colocada, ela diria que o mandato lhe estaria sendo devolvido, fazendo-se justiça, uma vez que o grupo dela “não usou de meios ilícitos (acredite se quiser) e que foi boazinha e honesta”. É o “multimilionário” Jacson Lago tomando a eleição por abuso do poder econômico da “coitadinha” Roseana Sarney (É mole?).
Enquanto alguns ministros disseram que qualquer candidato eleito que não a filhinha do Dono do Mar (anhão) seria processado de acordo com as declarações contidas na inicial do processo, o Ministro que votou por último partiu do pressuposto que José Reinaldo Tavares formou um blocão contra a tadinha da Roseana. O que os Meritíssimos ou Suas Santidades não sabem é que o povo do Maranhão estava (e está) dando um basta em 40 anos de domínio feudal e de atraso. Se o grupo do mal perder nas urnas arrasa o povo no tapetão num total desrespeito pela decisão popular. É a dura da velha dita nas caladas da noite.
Ao fim, Jackson Lago e Luís Carlos Porto tiveram seus diplomas cassados por 5 votos a 2.
Mas o ministro Carlos Ayres Brito, que votou por último, fez uso de notícias de um jornal – talvez O Estado do Maranhão - e um artigo da Folha de São Paulo, como se fossem guardiões da probidade e detentores da verdade absoluta para fundamentar seu voto. Folha de São Paulo e O Estado do Maranhão ou congêneres, todo cidadão que tem um pouco de massa crítica na cabeça sabe que pertence ao grande PIG (Partido da Imprensa Golpista) que ganha ressonância até no judiciário.
Achei legal quando disse que na visão da segunda colocada, ela diria que o mandato lhe estaria sendo devolvido, fazendo-se justiça, uma vez que o grupo dela “não usou de meios ilícitos (acredite se quiser) e que foi boazinha e honesta”. É o “multimilionário” Jacson Lago tomando a eleição por abuso do poder econômico da “coitadinha” Roseana Sarney (É mole?).
Enquanto alguns ministros disseram que qualquer candidato eleito que não a filhinha do Dono do Mar (anhão) seria processado de acordo com as declarações contidas na inicial do processo, o Ministro que votou por último partiu do pressuposto que José Reinaldo Tavares formou um blocão contra a tadinha da Roseana. O que os Meritíssimos ou Suas Santidades não sabem é que o povo do Maranhão estava (e está) dando um basta em 40 anos de domínio feudal e de atraso. Se o grupo do mal perder nas urnas arrasa o povo no tapetão num total desrespeito pela decisão popular. É a dura da velha dita nas caladas da noite.
Ao fim, Jackson Lago e Luís Carlos Porto tiveram seus diplomas cassados por 5 votos a 2.
O Maranhão subiu a velha rampa escorregadia do desenvolvimento. Quando se pensa que se está subindo, já se está cá embaixo.
Um comentário:
Primeiramente, amado mestre, gostaria de agradecer o envio do link, com certeza será muito útil e interessante observar suas opiniões acerca de muitos fatos, principalmente agora q a vida de graduação acabou! Por enquanto, heheh...
Em relação ao post, é incrível como a justiça é cega! Os aspectos puramente técnicos e legais são incapazes de exprimir a realidade dos fatos. Eu sempre confiei muito nos ministros do supremo (TSE, STF) e creio (ou prefiro crer)que eles sempre julgarão com base no que realmente for o correto. O grande problema é que, do outro lado, o processo morre antes de chegar na culminância. Não adianta ter uma última instância justa se as anteriores não o são. Abraço!
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