Quando é que alguém vai criar vergonha na cara e fazer alguma coisa para inibir as altas taxas de juros cobradas pelos bancos? Entenda os juros bancários e os lucros banqueiros.
As taxas de juros dos bancos são formadas pelo custo do capital, perspectiva de inflação, impostos e spread que é a quantificação do custo pelo risco a que o banco entende estar exposto com a operação financeira, ou o lucro dos bancos como queiram.
No Brasil, o custo do capital que é representado no máximo pela taxa Selic, custa, hoje, 12,75% ao ano com viés de atingir um dígito até o final do ano. A perspectiva de inflação pessimista está por volta dos 5% ao ano. Os impostos são Pis/cofins de 4,65% sobre o spread bancário, IOF de 0,38% fixo acrescido de 0,0041% ao dia ponderado pelo prazo do financiamento, mas o teto é de 3,38% sobre o valor financiado . Somado tudo isso, exceto o Pis/cofins que incide sobre o lucro do banco carinhosamente chamado de spread para confundir o cidadão, resulta em, aproximadamente 14% ao ano, deixando, também de fora, o lucro do banco.
Se pegar o extrato de sua conta no seu banco, você vai ver um aviso; “taxa de cheque especial: 7,8% a.m.”. Isso equivale a 146,28% ao ano. Com o IOF vai para perto de 150% ao ano. A diferença para os 14% ao ano é de 136%.
Os banqueiros vão dizer: “mas e o Pis/cofins”? Esse tributo é incidente sobre o lucro dos bancos e não sobre o cidadão. Mas não se engane: o banco cobra de você.
Resultado: se os tomadores de empréstimos na linha cheque especial pagarem apenas os juros, e no final derem calote no principal, os bancos ainda lucrarão. Por isso esses lucros absurdos dignos de cadeia para toda essa corja de banqueiros irresponsáveis, inclusive o governo que também é banqueiro e age com conivência nessa subtração do suor do brasileiro.
Incrível como eles conseguem tapear todo mundo com suas planilhas e teorias que são nada mais nada menos que enrolation. Pagam caro á mídia (para jogar a culpa das mazelas sociais somente no governo) para esconder e manter seu alto padrão de apropriação indébita da riqueza da sociedade. E o que dizer das administradoras de cartões de crédito e das lojas de departamento?
Mas há instituições sérias que, no frigir dos ovos, fazem bem à sociedade, entre as quais podemos citar o Banco do Nordeste e o Banco da Amazônia, que financiam a produção regional com juros médios de 7% ao ano, com recursos dos Fundos Constitucionais sob sua guarda, cuja aplicação é de sua responsabilidade e batem recordes ano após ano fomentando o crédito para a economia real no Nordeste e na Região Norte respectivamente.
As taxas de juros dos bancos são formadas pelo custo do capital, perspectiva de inflação, impostos e spread que é a quantificação do custo pelo risco a que o banco entende estar exposto com a operação financeira, ou o lucro dos bancos como queiram.
No Brasil, o custo do capital que é representado no máximo pela taxa Selic, custa, hoje, 12,75% ao ano com viés de atingir um dígito até o final do ano. A perspectiva de inflação pessimista está por volta dos 5% ao ano. Os impostos são Pis/cofins de 4,65% sobre o spread bancário, IOF de 0,38% fixo acrescido de 0,0041% ao dia ponderado pelo prazo do financiamento, mas o teto é de 3,38% sobre o valor financiado . Somado tudo isso, exceto o Pis/cofins que incide sobre o lucro do banco carinhosamente chamado de spread para confundir o cidadão, resulta em, aproximadamente 14% ao ano, deixando, também de fora, o lucro do banco.
Se pegar o extrato de sua conta no seu banco, você vai ver um aviso; “taxa de cheque especial: 7,8% a.m.”. Isso equivale a 146,28% ao ano. Com o IOF vai para perto de 150% ao ano. A diferença para os 14% ao ano é de 136%.
Os banqueiros vão dizer: “mas e o Pis/cofins”? Esse tributo é incidente sobre o lucro dos bancos e não sobre o cidadão. Mas não se engane: o banco cobra de você.
Resultado: se os tomadores de empréstimos na linha cheque especial pagarem apenas os juros, e no final derem calote no principal, os bancos ainda lucrarão. Por isso esses lucros absurdos dignos de cadeia para toda essa corja de banqueiros irresponsáveis, inclusive o governo que também é banqueiro e age com conivência nessa subtração do suor do brasileiro.
Incrível como eles conseguem tapear todo mundo com suas planilhas e teorias que são nada mais nada menos que enrolation. Pagam caro á mídia (para jogar a culpa das mazelas sociais somente no governo) para esconder e manter seu alto padrão de apropriação indébita da riqueza da sociedade. E o que dizer das administradoras de cartões de crédito e das lojas de departamento?
Mas há instituições sérias que, no frigir dos ovos, fazem bem à sociedade, entre as quais podemos citar o Banco do Nordeste e o Banco da Amazônia, que financiam a produção regional com juros médios de 7% ao ano, com recursos dos Fundos Constitucionais sob sua guarda, cuja aplicação é de sua responsabilidade e batem recordes ano após ano fomentando o crédito para a economia real no Nordeste e na Região Norte respectivamente.
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