Lembro-me de uma cena de um filme de Chaplin em que caía uma bandeira de um caminhão. Ele apanha a bandeira e marcha rumo ao caminhão na intenção de devolvê-la. Ao ver aquele homem marchando com a bandeira, centenas de pessoas o seguem sem saber nem mesmo a causa.
Em Imperatriz, a falta de lideranças dignas desembocou na precipitação da população em prol de um nome politicamente desconhecido, sem nenhuma relação com os movimentos sociais, sem prestar nenhum serviço relevante para a comunidade, a não ser na função de delegado de polícia que encobriu o caso Iron e de conduta condenável, com apenas 05 anos na cidade e patrocinado pelo que há de mais atrasado na política brasileira que é o grupo sarney (sic).
O governo municipal, cuja composição está sendo compilada por Chiquinho Escórcio e João Alberto (golpistas inveterados), certamente será financiador da campanha de 2018 do grupo para o governo do Estado.
Lideranças locais se submetem invariavelmente a influências da capital, inclusive pelo fato de o governador abrir mão da candidatura a prefeito do Deputado Marco Aurélio em favor de Rosângela Curado por pressão e chantagem de Weverton Rocha. Mostrou-se o governador fraco e vacilante desprezando os melhores interesses de Imperatriz para atender a conveniências pessoais de aliados.
Por pura falta de nomes dignos de respeito é que a sociedade resolveu dar o voto de protesto apelando para o xerife.
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