Estado: Maranhão; cidade: Imperatriz.
O bairro do Juçara localiza-se em local privilegiado, confundindo-se com o centro da cidade. Fica bem próximo ao principal comércio de gêneros alimentícios e acessórios para o lar, o conhecido Mercadinho. Fica também próximo a supermercados e à grande maioria dos hospitais, bancos e demais prestadores de serviços públicos e privados. Conta com sistema de esgotamento sanitário, água, energia e sistema de comunicação. Isso sem falar na boa vizinhança que, não raro, são pessoas que residem ali desde o tempo em que a avenida Getúlio Vargas, a principal da cidade, era ainda estrada carroçável e assistiram a todo o processo de urbanização do bairro. Sentem orgulho de morar ali.
Mas a maioria delas são pessoas não afortunadas, cujas contas bancárias, se as tem, apresentam saldos mais que modestos, quando não deficitários.
Preocupa-me o fato de estar acontecendo um fenômeno que vou chamar de “economização” do espaço. Ou seja, o espaço no Juçara está sendo invadido pela exploração econômica e, paulatinamente, expulsando os moradores e seus laços de convivência - fatores importantes para a construção de uma sociedade sadia - para a periferia.
Mais uma flagrante confirmação da Teoria dos Lugares Centrais, denunciada por Santos no seu livro – eu recomendo – “Economia Espacial”, editora da USP do ano de 2007, que conclui com uma abordagem de como as formas geográficas difundem o capital e mudam as estruturas sociais.
O poder púbico, que está constituído para perceber os anseios sociais e intervir de forma a garantir uma sociedade igualitária, falha (falha mesmo ou é conivente?) pela sua inércia.
O bairro do Juçara localiza-se em local privilegiado, confundindo-se com o centro da cidade. Fica bem próximo ao principal comércio de gêneros alimentícios e acessórios para o lar, o conhecido Mercadinho. Fica também próximo a supermercados e à grande maioria dos hospitais, bancos e demais prestadores de serviços públicos e privados. Conta com sistema de esgotamento sanitário, água, energia e sistema de comunicação. Isso sem falar na boa vizinhança que, não raro, são pessoas que residem ali desde o tempo em que a avenida Getúlio Vargas, a principal da cidade, era ainda estrada carroçável e assistiram a todo o processo de urbanização do bairro. Sentem orgulho de morar ali.
Mas a maioria delas são pessoas não afortunadas, cujas contas bancárias, se as tem, apresentam saldos mais que modestos, quando não deficitários.
Preocupa-me o fato de estar acontecendo um fenômeno que vou chamar de “economização” do espaço. Ou seja, o espaço no Juçara está sendo invadido pela exploração econômica e, paulatinamente, expulsando os moradores e seus laços de convivência - fatores importantes para a construção de uma sociedade sadia - para a periferia.
Mais uma flagrante confirmação da Teoria dos Lugares Centrais, denunciada por Santos no seu livro – eu recomendo – “Economia Espacial”, editora da USP do ano de 2007, que conclui com uma abordagem de como as formas geográficas difundem o capital e mudam as estruturas sociais.
O poder púbico, que está constituído para perceber os anseios sociais e intervir de forma a garantir uma sociedade igualitária, falha (falha mesmo ou é conivente?) pela sua inércia.
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